Mais belos que as estrelas?

Quem nunca se deteve numa bela noite em que as nuvens se fizeram completamente ausentes, a contemplar extasiado as estrelas que ornam o firmamento? Quais joias preciosas estão elas a enfeitar a noite neste vale de lágrimas, a fim de lembrar ao homem que o seu destino está lá no alto e não na terra.

O homem tão pequeno em relação ao seu criador, mas tão superior em relação às criaturas terrestres, seria porventura capaz de, ele mesmo, criar algo que tivesse tanta, ou até mais beleza que a das estrelas? Sim: os fogos de artifício!

Como muitas das invenções humanas, os fogos de artifício parecem ter uma origem bastante remota.

Entre algumas hipóteses de sua origem, está a de que, na China, milhares de anos a.C., alguns nativos perceberam que ao atirar bambus verdes no fogo estes estouravam causando grandes estrépidos. No princípio se assustaram, influenciados por superstições da época acharam ser alguma magia ou coisa similar. Mas, logo em seguida passaram a utilizar isto em seus festivais com o intuito de afastar os “maus espíritos”.

Após a invenção da pólvora, os chineses resolveram encher os bambus com este elemento e assim fazer um ruído ainda maior para afastar os “maus espíritos”, nascia ali a ideia inicial dos fogos de artifício.

O emprego da pirotecnia difundido durante anos pela China e pela Índia, chegou à Europa através dos árabes e gregos. Aos poucos passou-se a misturar alguns metais juntamente com a pólvora, o que originou a grande variedade de cores que temos hoje em dia.

E assim chegou até nós essa maravilha da engenhosidade humana.

Desejamos que as luzes multicolores dos fogos de artifício que iluminarão a noite do dia 31, simbolizem para cada um dos que leem este artigo e para toda humanidade o advento de um 2014 repleto de luz, fé, esperança e caridade.

 

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