O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que “antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes. A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra, porá a descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade” (CIC n. 675).

O Portal noticioso “Metrópoles” publicou em 23/8/2019 extensa reportagem com o título: “Os segredos dos Arautos: o que escondem as muralhas de castelos habitados por grupo católico ultraconservador”. Baseia-se em essência em depoimentos de escasso número de ex-membros (supostos, pois são todos anônimos) e de apenas dois familiares de membros consagrados. Ora, todos os Arautos ingressaram voluntariamente na instituição, visando o bem maior da Igreja, da sociedade e dos irmãos, como sempre ocorreu. De forma análoga, também se consagram uma miríade de franciscanos, redentoristas, irmãs de caridade, e muitas outras vocações, em suas próprias dioceses ou em lugares de missão.

Assim como esses homens e mulheres abraçaram livremente o chamado de Deus, a imprensa também goza da liberdade própria à função, desde que não fira os princípios básicos da legalidade. Ora, se constata na referida reportagem tratar-se de matéria eivada de inverdades, dados infundados ou abertamente falsos, tergiversações, teratologias, insinuações caluniosas e difamações contra os Arautos do Evangelho e, indiretamente, contra a própria Igreja Católica Apostólica Romana à qual os Arautos, como tantos sacerdotes e religiosos pelo mundo, dedicam suas vidas e da qual honram o nome. A reportagem constitui, pois, grave ofensa a seus membros e às suas obras, à revelia de suas reconhecidas práticas de evangelização, em íntima colaboração e comunhão com centenas de bispos e milhares de sacerdotes em quase 80 países. Por que então tanta ferocidade?

Leia o texto completo:

Perseguição religiosa à Igreja Católica no Brasil?